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sexta-feira, 25 de junho de 2010


CÂMARA. ADENIR BRAVO FOI EXPULSO DO PTN, QUE O ACUSA DE INFIDELIDADE
Vereador pode perder mandato
Parlamentar teria, também, obrigado umfuncionário a entregar seu cartão e senha bancários, e pagaria a ele menos que o salário devido

Conforme O Tempo Contagem a

Conforme O Tempo Contagem afirmou na edição de 15 de janeiro, o vereador Adenir José Bravo está enfrentando problemas graves junto ao Partido Trabalhista Nacional (PTN) de Contagem. Ele foi expulso do partido em dezembro e agora pode perder o mandato. Atualmente, Adenir Bravo está sem partido, caso inédito em Contagem. O vereador é acusado de infidelidade partidária. Filiado ao PTN desde 2003, ele teria se filiado também ao Partido dos Trabalhadores (PT) em 2007. A dupla filiação foi descoberta pelo PTN, partido pelo qual ele foi eleito vereador nas eleições de 2008, ainda em dezembro de 2009. Outra séria acusação ao vereador é de improbidade administrativa. Um servidor que trabalhava em seu gabinete alega que recebia R$500, mas fora nomeado para um cargo cujo recebimento era de R$ 2.400. "Esse servidor fez uma declaração de próprio punho afirmando que teve de entregar seu cartão bancário e a senha de sua conta para o vereador e que não tinha acesso à conta. Ele recebia diretamente no gabinete, mas apenas R$500", explica o secretário geraldo PTN em Contagem, Paulo de Tarso. A redação teve acesso à declaração assinada pelo funcionário. Segundo Tarso, atualmente correm na 313ª Zona Eleitoral de Contagem três processos solicitando o mandato de Adenir Bravo, dois movidos pelo PTN e um pelo suplente de Bravo, Ricardo Romero. Também corre na Justiça comum processo por danos morais, em nome do presidente do PTN, Marcelo da Silva. Silva teria sido acusado por Adenir Bravo de ter pedido ao vereador um cargo comissionado em seu gabinete e que teria duas testemunhas para essa reunião: o secretário de Governo de Contagem, Paulo César Funghi, e o secretário de governo de Betim, Amarildo Oliveira. O PTN nega qualquer reunião ou pedido de cargo. O secretário Paulo Funghi afirmou que não pode falar sobre o gabinete do vereador, que fala pelo governo municipal. "O PTN em momento algum consultou o governo sobre a expulsão do vereador. Nos causou estranheza essa expulsão", afirmou. E saiu em defesa de Adenir Bravo." O vereador conta com a confiança do governo de Contagem". A reportagem tentou entrar em contato com o vereador, mas em seu gabinete informaram que ele estava em reunião. Depois, ele não atendeu às ligações.

Destituições Ainda segundo o secretário de Governo, Paulo Funghi, após a expulsão de Adenir Bravo do PTN, ele recebeu um comunicado dizendo que as direções do partido em Contagem, em Belo Horizonte e em Betim, além do presidente estadual do partido, foram destituídos.

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